Olá! Tudo bem?

Na semana passada, não consegui, de jeito nenhum, escrever uma postagem, pois estava ocupada demais com alguns preparativos para a Páscoa (é só olhar na foto, para ter uma ideia do que se trata). Hoje vou fugir um pouco da temática principal do Blog para contar como foi a minha primeira páscoa depois da volta do intercâmbio.

Ano passado, lembro-me que nem estava seguindo os feriados à risca, porque na Alemanha, não é muito religioso e também como vivia com meninas da Indonésia e da Romênia, elas nem comemoravam essa data tão celebrada no Brasil. Eu mal me lembro se eu desejei "Feliz Páscoa" para as pessoas. Agora, neste ano, de volta ao Brasil, comemoramos da maneira tradicional: zero carne na sexta-feira santa e páscoa no domingo, mas este ano foi extraordinário.

Desde o começo do ano, já sabia que o aniversário do meu irmão cairia na páscoa (já é a segunda vez) e o engraçado é que ele sempre nos alertou, que não queria ganhar chocolate de presente, e foi o que ganhou. Todavia, o meu dia começou, quando minha mãe me acordou cedo, dizendo que um ente querido da família faleceu hoje cedo. Consegui me levantar relativamente cedo e fui até a minha avó abraçá-la. Então, voltei pra casa e fui ajudar minha mãe nos afazeres da cozinha. Com isso, passei o dia inteiro refletindo, sobre diversos assuntos. Teve uma hora que uma pedinte bateu em casa, pedindo comida e, eu sem penssar muito, dei um pacotinho de chocolate que tinha acabado de ganhar (Tia, se você ler, por favor, não fique brava! Só não estava com vontade de deixar uma pessoa desesperançosa, sem ter o que comer na Páscoa.), ou seja, exercitei um pouco da minha solidariedade e compaixão. Ao doar, percebi, mais uma vez, que não se precisa ter muito para ser feliz (depois pego um chocolatinho do meu irmão).

De tarde, quando fui ao velório, eu estava bem calma, mas quando fui cumprimentar o irmão desse ente, ele me disse me abraçando firme, que se deve aproveitar ao máximo o momento que existe entre irmãos, mesmo que seja um "traste", pois momentos divertidos como esse, infelizmente, não duram para sempre. Neste momento, não consegui me conter muito, e deixei algumas lágrimas caírem. O resto do dia com meus irmãos foram divertidos e engraçados.

Resumindo (porque eu não vou contar tudo o que aconteceu lá): com esse acontecimento delicado e nesta data tão importante na cultura religiosa, talvez consegui compreender uma mísera parte do que é a páscoa, que é um momento de família, compaixão, solidariedade, doar tempo e carinho a um amigo e também que a "morte" (como normalmente chamamos) deixa lembranças positivas e, principalmente, saudades. R.i.P. M.H.I.

Agora, deixando um pouquinho de lado a parte sentimental, neste ano, o meu grupo de formandos fizemos ovos de colher recheados para arrecadação para o baile! Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que nos ajudaram, seja comprando, vendendo ou com apoio moral! Em 3 dias intensos de trabalho, fabricamos mais de 300 ovos e conseguimos um resultado muito positivo! Eu sou uma das pessoas que não estou animada, para repetir a dose, mas como não sou eu quem mando e o povo gostou da experiência, talvez, repetiremos no ano que vem! Então, já vou deixar avisado que contaremos com sua ajuda no ano que vem também! Dessa forma, todo mundo ficará feliz: nos ajudar e também se deliciar com ovos de colher por um preço super bacana! Agradecimentos especiais à comissão, que me incentivou e apoiou, para que desse tudo certo, aos meus pais, que fizeram de tudo para ajudar e me deu apoio para que desse tudo certo e aos alunos, que venderam e (alguns) também botaram mão na massa!

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That's all for today e na semana que vem, espero que eu tenha tempo suficiente para poder escrever uma postagem superbacana sobre outra viagem que fiz, com coisas engraçadas e/ou bizarras que aconteceram comigo!

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Olá! Hoje a postagem vai ser especial de natal, compartilhando alguns valores que desenvolvi com o intercâmbio e também coisas que pessoas ao meu próximo fizeram.

Vou começar pelo meu irmão (de 18 anos). Neste ano, ele pegou uma carta de uma criança carente para o Papai Noel, pedindo um brinquedo. Na carta, pedia uma boneca da Monster High. Então, ele comprou a boneca, que custou em torno de R$ 110,00 com seu próprio dinheiro e escreveu uma cartinha, em respostas à criança e me mostrou, para ver se estava bom. Na carta dizia algo como “como você se comportou bem neste ano, estou te dando o presente” e “continue sendo uma boa menina”. Fiquei muito emocionada e orgulhosa dessa ação do meu irmão e dei-lhe um abraço e disse “você é muito fofo”.

Neste ano a minha contribuição social foi braçal: eu ajudei a cozinhar uma ceia para moradores de rua. A conhecida que liderou essa ação iniciou sozinha, cozinhando sopão. Agora, que possui ajuda de conhecidos, é uma refeição completa: neste ano, a refeição foi salada de cebola, maionese de batata, risoto de frango, farofa, frango, linguiça, cueca virada, pão de queijo, pão, sonho e de sobremesa maçã, banana, melancia, uva e pêssego caramelizado (se não me esqueci de alguma coisa). Para isso, foram utilizados muitos ingredientes, como um sacão de cebola, dois sacões de batata, 477 pedaços de frangos etc. Não fui na praça para servir, mas meus irmãos foram e gostaram da experiência.

Uma comparação em especial do Natal passado com o dos anos anteriores é que ano passado foi o primeiro natal que não ganhei presentes (físicos) e percebi que o espírito natalino é mais importante que qualquer presente.  Devido a esse fato, no sorteio de amigo secreto da família, eu não sabia o que dizer que queria ganhar, pois não tenho nada que eu precise nem que eu queira fortemente. Uma coisa legal desse amigo secreto é que isso assegura que todos da família ganhe pelo menos um presente! Uma curiosidade sobre mim é que eu gosto muito mais de dar do que de ganhar (mas nem sempre foi assim). Mas não faço isso com muita frequência, porque a crise está feia, hahaha Ontem recebi pequenos e poucos presentes, mas de muito valor sentimental. Se isso fosse há uns 5 anos, talvez ficaria frustrada pela quantidade, mas a vida ensina que o Natal não é só "Papai Noel" e "presentes", mas sim relembrar valores como família, alegria e partilha.

Como o Natal já passou, desejo-lhes um Feliz natal um pouco atrasado e um próximo ano repleto de alegrias, conquistas e realizações (graças aos seus esforços individuais e coletivos).

Até a semana que vem com mais uma postagem!

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Olá! Tudo bem?
Sabe quando alguém faz algo errado, não tem coragem de comentar com ninguém, se preocupa demais com isso, mas passa um pouco de tempo, não acontece nada, mas mesmo assim não consegue contar para ninguém? Então, passou mais um tempão (um ano) e, finalmente, tenho coragem de compartilhar sobre isso.

Antes de ir para Alemanha, já sabia que pirataria no país é crime e, se baixar alguma mídia, seja música, filme, software etc ilegalmente, pode receber uma multa de 1.000 euros e/ou ir para cadeia. A história começa quando eu comprei o meu notebook na Alemanha e precisava muito de um software de música, para terminar de editar um arranjo musical, que eu já tinha iniciado. Pedi a um amigo que me enviasse o arquivo compactado (baixado aqui no Brasil) via Dropbox ou Google Drive, para que eu pudesse instalar lá, entretanto, ele não conseguiu, pois estava dando erro no download. Como comentei nas minhas primeiras postagens, eu agia muito impulsivamente, então, ao mesmo tempo que pesquisava onde baixar, enviei uma mensagem à minha amiga, se o download pelo 4shared era ilegal. O que aconteceu: eu baixei o arquivo da 4shared, instalei off-line e usei o programa, quando minha amiga me manda uma mensagem de áudio que me deixou desesperada: “Guria do céu, você não pode baixar nada aqui, seja música, filme, software, ainda mais se for da 4shared, que só tem arquivos distribuídos ilegalmente (sem pagar direitos autorais etc). VOCÊ PODE LEVAR UMA MULTA DE 1.000 EUROS! Eu tenho uma conhecida que já recebeu a multa!” Nesse momento, entrei, realmente, em pânico e já estava pensando nas possibilidades de conseguir me virar com uma quantia de dinheiro reduzida, para que eu pudesse pagar a multa, consultei um colega que entende muito de coisas de computador, dois advogados, nossa tutora da escola de alemão e passei uns três meses muito, mas muito preocupada! Tão preocupada, que nos dias seguintes, mal conseguia dormir e precisava me ocupar para não lembrar disso. Ainda minha amiga tentava me consolar: “Mas ainda bem que não foi filme nem música, o que indicaria 100 % de multa!” E eu tive uma grande sorte, pois o programa que eu baixei não é um daqueles que dá problema. Enfim, não recebi a multa e, depois do primeiro trauma, nunca mais (sequer arriscar)!

Na Alemanha existem essas punições agressivas devido à grande adesão da população contra a pirataria (SOPA - Stop Online Piracy Act), o que quer dizer que se viajar para algum país vizinho, que não tenha problema com downloads de conteúdos “ilegais”, não terá problema, assim como, teoricamente, se você trouxer arquivos baixados em outros lugares mas não compartilhar, ou seja, ser de “uso próprio”, também não tem problema. Não é à toa, que o Brasil é o vice-campeão em pirataria. A dúvida fica se você pedir para alguém baixar algo e compartilhar com você por nuvem. Teoricamente, não teria problema, mas nunca se sabe até onde os limites chegam; pelo menos, não tive problemas com isso (isso não quer dizer que fiz muito isso). Certamente, uso de torrente, que além de receber compartilha dados, dá multa. Deixo claro que pirataria é crime, mas no Brasil é impune, e que não estou incentivando sua prática, mas sim alertando, para que não passe pela mesma situação que eu.

Uma das formas de lidar com isso é utilizando VPN, que eu não entendo, mas também não é 100 % certo. Mas eu acredito que os cidadãos alemães não sintam tanta falta disso, pois têm produtos com preços acessíveis, como CDs e DVDs, com frequentes liquidações e os livros são todos com preços tabelados, além de existir a opção de poder comprar tudo isso usado, por um preço muito mais barato e em ótimas condições. Por exemplo, comprei a coleção completa dos livros do Harry Potter em alemão, com capa dura, tudo no mercado das pulgas por 5 ou 6 euros cada livro, sendo que um novo custa por volta de 20 euros. Além de que para músicas existem aplicativos como Spotify e Netflix, os quais não necessitam download de conteúdos e são legais. Também existe a possibilidade de ver filmes e séries online.

Essa foi a minha forma de entrar com o pé esquerdo no território alemão, não que eu tenha levado azar, mas que levei um grande susto e quebrou um pouco da “inocência” de estar em um lugar completamente novo e sozinha.

Até a semana que vem, quando falarei sobre o meu desfecho na universidade!


Hallo! Grünstig!
Hoje vou falar dos semáforos de Berlim, Ampel em alemão.

Para os pedestres, nota-se que os bonequinhos têm um chapéu. Esse bonequinho se chama Ampelmann (a tradução seria como “Homen do semáforo”), que, inclusive, é motivo de souvenirs o suficiente, para ter uma loja só para adereços com o Ampelmann. Mas nem tudo sobre semáforos é mar de flores.

As primeiras vezes que atravessei na faixa de pedestre com o semáforo verde, sempre tinham carros que viravam e chegavam bem rente à faixa. Fiquei pensando: “Que loucos! O sinal está aberto para mim e eles quase me atropelam!” MAS fui percebendo que o sinal para eles também é aberto, em caso de não ter nenhum pedestre passando. Sou da opinião, de que se algum Brasileiro alugar carro e não souber dessas regras de trânsito, há um grande risco de atropelar um pedestre.

Já ouvi, desde que cheguei aqui em Berlim, que até pedestre pode levar multa, seja por atravessar com o sinal vermelho ou se atravessar em local inapropriado. Nunca ouvi de casos próximos, mas às vezes, quando estou com pressa, atravesso tudo errado (mas em segurança). Uma vez atravessei com o sinal vermelho e um senhor gritou “Você é cega?” e também já ouvi um outro senhor gritar “Você não vê que está vermelho?” para um transiente que também atravessou no sinal vermelho. As regras são tão importantes, que um amigo me contou o que aconteceu com ele e fiquei de cara: estava tendo Carnaval de Culturas (temática da postagem da semana que vem) e as ruas estavam todas fechadas, pois teriam desfiles e tinham feirinhas de comida nas ruas. O meu amigo K. e seu colega queriam atravessar a rua. Eles atravessaram a rua no sinal vermelho, porque não tinha perigo nenhum de vir algum carro, pois a rua estava bloqueada. Mas neste ponto de travessia, tinha uma viatura policial e um policial solicitou-os que eles voltassem para a faixa de origem, esperassem o sinal verde para, enfim, poderem atravessar a rua.  

E a única diferença dos semáforos de carros que percebi é que sempre entre o vermelho e verde o sinal amarelo se acende: quando vira do verde para o vermelho é normal, mas também o sinal fica amarelo um pouco antes de ficar verde de novo.

Até a semana que vem!

Bis nächste Woche!



     A promoção mais comentada do momento, da Coca-cola, aumenta o consumo de seu principal produto: refrigerante à base de cola. Como há um bom tempo deixei de consumi-la, para manter a boa saúde, não fazia questão de ter uma latinha com meu nome. Contudo, como encontraram uma latinha com meu nome, de bom grado, fui e aceitei.

Não é uma foto da minha latinha, mas está aqui para ilustrar.
     Logo que ganhei, lavei e fiquei admirando, pensei "para quê que vou guardar uma lata qualquer vazia só por ter meu nome escrito?". Foi aí que pensei em transformá-la em um porta canetas! Peguei um abridor de lata profissional e pronto! Obviamente, não é a coisa mais linda do mundo, mas por um bom tempo, terei uma lata com meu nome me observando no meu quarto, no meio da minha bagunça organizada.

     Segue abaixo uma conclusão pedreira, mas verdadeira.

"SEMPRE PROCURE ALGUMA UTILIDADE PARA COISAS INÚTEIS; NADA NESTE MUNDO FOI CRIADO PARA SER NADA."


Se algum dia pensarmos em melhorar o mundo, certamente, obteremos uma resposta positiva; tudo isso está no apenas plano. Como o jargão "os jovens são o futuro de amanhã", diz que nós, prestes a tornarmos universitários, recebemos a responsabilidade da sociedade para cumprirmos nossas funções: pessoais, agindo sempre pensando nos outros; profissionais, de se tornarem trabalhadores que contribuem para o desenvolvimento de algo de interesse (e que seja bom); e, principalmente, social, que é a junção das duas outras, com um equilíbrio. Resta agora, simplesmente, colocar o nosso projeto, esclarecido, em ação. Temos tudo o que precisamos: conhecimento básico de todas as leis que regem a sociedade e competência.

Como o nosso grande colega Otávio disse, estamos decolando rumo ao Céu da Vida, na qual poderemos enfrentar muitas turbulências, assim como céu tranquilo; o ano dos erros cessam por aqui, afinal, na vida real nada será tão fácil de lidar com nossos enganos; tolêrancia zero - excetuando-se a corrupção, que, infelizmente, encontramos em qualquer esquina, como uma puta.

O primeiro passo está dado e só falta seguirmos firmes rumo à conquista traçada desde o início de nossas vidas terrenas. Muito obrigada a todos que fizeram parte dos meus 5 anos de BJ, sendo a última, a mais marcante: MILHARES de horas de estudo; baladas, "jamais"; recreio = banho de sol de presidiários; sono em todas as aulas; e assim vão os fatos cotidianos. Neste ocaso, convém tanto chorar quanto rir. Rir por todos os momentos bons que passamos juntos e a felicidade da lembrança, da saudade; chorar pela vida inteira que temos, porque terão momentos alegres, mas também de tristezas (mas não deixe a tristeza tomar conta; deixxe a garra de FERAS, junto da coragem e perseverança tomarem parte do nosso interior!). Lembrem-se de sempre relembrar e rir dos momentos bons do passado, o nosso "PRESENTE" (pensem nesse termo sendo ambíguo).

Cada pessoa, que fez parte desta turma, sabe o quão importante foram para mim (alguns mais e outros menos): ALINA, grande parceira de laboratório e superalegre sempre; AMANDA, xará, com a indignação de verdinhos; ANA CAROLINA, pelos bons momentos da sétima série; ANDRÉ, pela festa junina da sua casa; ANGELO, pelas 5000sms; ANNA, pelos bilhetinhos do 1º ano; BRUNA,seu amor incondicional ao Timão e suas risadas engraçadas; BRUNO,  aulas de matemática da Daniela; CAMILA, plano tatu; Charlos, suas bochechas superfofas; CARLOS H., Beetooooo!; CAROLINA F., Green Day Lovers; CAROLINA P., altas risadas; CAROLINA L., com muuuitos doces, sempre; CAROLINE D., sorvete no seu telhado e o acidente na casa da Caracolz; CAROLINE N., solução dos seus prolemas a base de guarda-roupa; FERNANDO, que desenterra coisas do passado; GABRIELA F., aturadora da chata-legal; GABRIELA D., tem muitas coisas legais, inclusive fotos; GUILHERME, briga por nada; HENRIQUE, por passar a discografia inteira do Metallica; LUCAS A., acof ofof;  LUCAS F., safatinho locaço; LUCAS K., nicotina!; LEONARDO, apresentando Mamonas Assassinas super sexy; LUCIANA, desenhos dinâmicos para fotos; LUISA, devagaaaar; LUIZA, velhinha mais nova que eu já vi; MARIANA, cartinha falhida; NATALIA, glee e esmalte magnético; NIKOLAS, "ois"; OTAVIO, São Paulo na cabeça, no corpo, na veia (a aposta ainda está valendo); PEDRO, fogo no cabelo; RAFAEL, Homem-Equação e fonte de minhas informações, além de ser o futuro presidente do Brasil; RENATA, ; VICTORIA, nihongo no tomodachi; WILLIAN, barbeiro é um mosquito; YASMIN, a louca que me contagia; JULIA, a menina dos meus sonhos que comprou um recarregador de iPhone rosa de R$2.000,00. Façamos o melhor, o impossível para tornar este mundo melhor! Todos são pessoas maravilhosas capazes de fazer algo marcante.

Espero vê-los, num futuro breve, felizes, na política, na mídia (seja pela música, seja pelo teatro), recebendo prêmios por seus feitos etc.

Inexistem motivos para não falarmos mais! Facebook, Twitter, enfim, uma grande rede comunicacional! Boa decolagem a todos e muito sucesso, a todos nós, que fez parte da melhor, da épica




!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




(acredito que àquelas pessoas ausentes da foto, estão em essência.)


Bom Jesus, uma lição de vida.


Certas atitudes humanas são incompreensíveis ao Homem. Por exemplo, a 'direta' vem depois de muitas e muitas 'indiretas'; assuntos importantes e particulares são discutidos abertamente em redes sociais; etc. E isso me indgna muito, pois apenas vejo a regressão das relações pessoais saudáveis, tendendo ao fútil.


U are like me
N' a world where
Perfectness is
Rare or un
Existencial.
Dude,
I am a mortal
Controlled by
Technology.
Advantages
Barely help to make me
Live and follow my way.
Escaping is unpredictable
.



"Às vezes é bom saber que as pessoas sentem sua falta, pois isso quer dizer que você não é só mais um no mundo, mas uma pessoa importante que pode fazer a diferença"


     Quarta-feira, dia 7 de Setembro de 2011, feriado prolongado e tiro o dia inteiro para descansar e tomar fôlego para o restante do recesso para realizar as atividades necessárias com "ânimo". Como minha mãe pensou no mesmo, ela alugou um filme, que apesar de ser novo, já faz um tempo que foi lançado: "O caçador de pipas". O livro é um dos Best Sellers. A história é bem verossímil, todavia chocante para a nossa realidade, que vive bem longe de conflitos, guerras e morte como punição ou demonstração de fraqueza. No parágrafo seguinte contarei a história geral (com o final) e uma análise sobre o contexto. *Desculpe-me, mas repeti muitas vezes os nomes dos personagens. Se não estiverem com vontade de ler o meu super RESUMO, avancem até a marcação, que vocês verão em seguida.
      O filme é retratado em Afeganistão. O menino à direita, Amir, é um menino rico que gosta de criar histórias, que vive com o pai em uma mansão onde abriga Hassan, à esquerda, e seu pai, fazendo-os empregados da casa em troca de moradia e segurança. Mesmo que Hassan seja uma criança, tendo quase a mesma idade de Amir, sempre serviu às vontades do menino, com muito respeito e se submeter a qualquer coisa desde que servisse ao seu "mestre". 
     No torneio de pipas, a qual o objetivo era cortar todas as pipas e ser o último a permanecer no céu e era um grande entretenimento evento da região, a dupla venceu. Então, Hassan foi buscar a "pipa azul" para Amir, que foi a última a ser derrubada. Porém, na volta do pequeno empregado para casa, ele se encontrou com a "gangue", com três meninos adolescentes, entre eles o líder Assef, que apenas queriam encrenca e não os deixavam em paz. Hassan estava sem o estilingue, que ele usava para proteger Amir. Como lema dos vilões, baseado no Nazismo, "você não sai sem pagar", para que o menino saísse ileso, deveria entregá-lo a pipa ou sofrer agressões físicas. Ele não abriu mão da pipa, portanto, levou vários socos e chutes, para agravar mais a situação, ele foi passivamente violentado sexualmente pelo líder do grupo. Mas o que ninguém notara é que Amir estava observando tudo, o que o deixou chocado sem saber o que fazer, o que o fez afastar de Hassan, a vítima de tudo isso, o único prejudicado.
     Hassan e seu pai saem da casa. Depois disso, Russos invadem Afeganistão, o que impede a estadia de Amir e seu pai naquela casa e deixa-a aos cuidados do amigo do pai. Mudam-se para Califórnia, USA, com muitas dificuldades inicialmente. Depois de passarem por muitas coisas, conseguem uma boa casa, Amir casa-se com uma boa moça, lança o livro muito desejado, o pai morre pela doença adquirida há um bom tempo, e não conseguem ter um filho. Nesse meio termo, recebe a ligação do amigo do pai, que ficou cuidando da casa, pedindo visita de Amir na casa dele, em Paquistão. Lá, descobre que Hassan, o menino o qual não brincava mais depois do estupro, era seu irmão e já estava morto, para defender sua antiga moradia e família (esposa e filho). A única pessoa que restara em Afeganistão é o filho, Sohrab. Para resgatá-lo, ele voltou para a terra de sua origem. Depois da invasão soviética russa, quem dominava o país era o Assef, com ideais "nazistas", tornando-o um lugar inumano para se viver: sem árvores, locais todos destruídos, tudo seco, apenas com terra sem vegetação, pessoas submissas aos líderes. Depois de enfrentar Assef novamente, consegue resgatar seu sobrinho, aprisionado e violentado pelo autoritário. Infelizmente sai todo cheio de hematomas e Sohrab o atinge com um estilingue no olho, permitindo-os a fugir com sucesso. No final, Amir adota seu sobrinho e viveram felizes para sempre, acho eu, rs.
     
QUEM ESTÁ COM PREGUIÇA DE LER TUDO ISSO, LEIA A PARTIR DAQUI:

     Enfim, tudo isso serviu para mostrar que nós reclamamos por pouca coisa. Acredito que se vivéssemos em algum lugar como o atual Afeganistão, equivaleria a viver em um "inferno". Comparando a esse país, que sempre vemos na televisão em guerras, Brasil é um paraíso, mesmo com favelas, desigualdades sociais, pois temos um estado organizado e "democrático", pelo menos deveria ser, o que nos adquire o direito de vivermos em condições humanas, o que no filme evidenciamos isso não ser possível, somente se for aliado e fazer parte da elite repressora. Muitos problemas que temos, relacionamento amoroso, dinheiro, problemas de saúde, compras, mídia, moda, é pouco aos afegãos, pois além de subsidiar a cada dia, ainda tem que lutar para garantir suas vidas em meio ao estilo de vida em que estão submetidos. Temos de tudo: vida, casa, Internet, celular, escola, comida, água, banho todo dia ... e ficamos reclamando de que? Do número que faltou para se tornar um milionário? Porque o seu cachorrinho morreu? Ou por causa do show da sua banda favorita que não conseguiu ir? A vida passa e não há como recuperar o tempo perdido. Sigam a vida em frente, de cabeça erguida e lembrem-se de que pequenos problemas afetam pequenas mentes. 
     Esperamos que a situação do Afeganistão, Paquistão, países do Oriente Médio não se tornem real para o país em que vivemos, todavia, sabemos que nunca viveremos nem sentiremos como os "sobreviventes", já que vivem em total repressão e em um país em que todas as ações é para tal Deus, principalmente matar. 
     Não sei como concluir esse imenso texto que nem sei como redigi, mas fico feliz no fato de captarem a minha mensagem. Talves brasil fique como no charge, quando ficar paressido com afeganistão. (S.I.C.)


Ter felicidade é viver em um equilíbrio, sem grandes problemas e ter sempre pessoas que você ama, confia e é amigo ao seu lado, já que é impossível viver sem problemas. Afinal, teria graça se a vida fosse tranquila e calma? De que adiantariam ter uma vida sem adrenalina, emoções, conquistas? A Felicidade também é estar satisfeito consigo mesmo, com seu jeito e modo de viver e com os outros, sem influências alheias.

Poste, como comentário, o que é Felicidade para você, de preferência com suas palavras, e expresse sua felicidade também!!!


     É incrível como as pessoas fazem qualquer coisa no aeroporto: deitam-se encostados em um pilar e dormem sem se importarem com nada; atrasos ocorrem em todos os voos, com raras exceções; a empresa aérea, em geral, tem a cara de pau de cobrar a Internet, sendo que além da passagem ser mais cara, em relação a outros meios de transporte, coloca uma placa "Wi-fi zone", o que nos leva a pensar que é livre e grátis, e não é. Todavia, as viagens são confortáveis e de curta duração, felizmente, eficientes. 
     As paisagens vista de cima são lindas! Por sorte, ou não, fiquei bem ao lado da asa. Vales, rios são vistos abaixo de inúmeras nuvens brancas que até parecem se misturar. Casas, quadras, cidade: observadas em menor escala parecem com maquetes construídas para a elaboração de um projeto.

     Para alguém que não está acostumado com esse tipo de viagem, qualquer desvio é motivo de pavor: friozinho na barriga ao decolar e pousar. E, como uma pessoa, tão acostumada com voos, pode ter medo de montanha-russa, "evolution", elevador? Isso não faz sentido algum. Com a viagem, você perde a noção de distância. Já pensei que Japão fosse pertinho do Brasil, que bastava apenas imaginar que estaria lá.

     Já ia pensando que não falaria com ninguém, mas ainda bem que o mundo não está perdido. Há pessoas boas, que mesmo que não me conheçam, oferecem espaço para que eu passe sem esperar toda a fila sair.
     Quando menos espera, ela termina.



  • Um dia, bem tranquilo, de noite, ainda de férias, ligo a televisão na NHK, canal japonês. Estava passando uma reportagem sobre uma mulher norte-americana que, juntamente com a sua irmã, fazia cookies deliciosos. Só que o que me surpreendeu não foi isso. Foi que a entrevistada falava em japonês fluente e perfeito, uma coisa que nem eu falo, e isso que eu sou japonesa... Nunca esperei que uma nativa dos United States tivesse interesse em falar nihongo...
  • Esse dia foi engraçado: um amigo, L., devia R$10,00 para outro amigo, C.. Só que, na hora de pagar a dívida, o L. pagou o valor que devia com duas notas de R$2,00 e o resto tudo de moedas, e ainda teve a "cara-de-pau" de dizer que foi na panificadora só para trocar uma nota de R$10,00 por moedas. Neste momento, C. e eu ficamos olhando pra ele e dissemos "você não fez isso...". Mas pelo menos, ele quitou a dívida e não deixou de pagar, como, infelizmente, muitas pessoas fazem. Isso é uma coisa que eu nunca faria...

  • Outra coisa que nunca viria em minha pequena mente a fazer seria prender a mochila com "travas de bicicleta" na carteira. O dono da "maravilhosa" ideia foi o V. e o felizardo foi o H.. Mas, o problema era que essa trava não tinha chave: o esperto alegava que não precisava de chave para abrir, apenas um clip. E não é que ele conseguiu? Mas imagina se ele não conseguisse... Mas acredito que isso que é afinidade de nome, pois ambos são homônimos. 

  • Presenciei também um momento em que um pequeno garoto, de uns 5 ou 6 anos, sentado em minha frente, no ônibus. Ele brincava com seu suposto de vaca amarela, brincadeira que toda criança conhece e que gosta de brincar, principalmente quando acaba de conhecer, e dizia "Vaca amarela e não pode fazer o que você quer fazer". Neste momento, L., minha amiga, e eu começamos a rir, pois pensamos que só pelo fato dele ficar parado, já perderia. Mas depois disso que tive uma surpresa: o meninote começa a falar em inglês perfeitamente "Hey guy", para o "pai", "Say it in English". Fiquei boquiaberta... E o garoto era tão fofinho *-*   


     Enfim, essas coisas são impossíveis de vivenciar a todos os momentos, sejam elas engraçadas ou não. Portanto, aproveite cada momento da sua vida, seja onde estiver, com quem estiver, como estiver. Por mais que já seja rotina, nunca mais acontecerá igualmente como ocorreu. (Ou até se foi uma coisa ruim, sempre pense que poderia acontecer pior, ou melhor ainda: você pensa que é ruim, mas quando você relembra o ocorrido, você admite que aquilo não foi ruim.... Que até foi bom...) 


     Não há nada no mundo em que possamos copiar nem imitar, mas refletir, inspirar e escrever. Isso é a base de tudo para tornarmos cada vez mais pessoas melhores e aprender com nossos erros, buscando aperfeiçoar cada vez mais o que os outros já fazem de bom. 
     Quem sabe, um dia, tornaremos o mundo em algo "vivível"...


Bem, é bom dizer que nada disto, mágoas, ressentimentos, dores, angústias, são bons. Isso afeta o coração, não fisicamente, claro, mas emocionalmente e psicologicamente, sempre. Se você tiver algum(ns) desse(s) mal(es), desabafe, a um amigo, escrevendo em um diário, aos seus pais, alguém íntimo, pois deve haver alguma maneira de você fazer isso. Se não é daquela maneira, é desta. Eu já encontrei a minha, que é escrevendo neste blog, sem restrições, sou livre para dizer e demosntrar como me sinto diante a qualquer situação da vida. Ela é assim. Se nos deixarmos levar por essas pequenas coisas, a verdadeira essência da vida se perde e so torna algo banal e insignificante. Pense e reflita nisso. Afinal, o que seria da vida apenas de alegria?


Sempre que tudo está bom, acontece alguma coisa que faz com que piore. Se não resistirmos, nós enfraquecemos.

Rie, 30/05/2010 21:49
ou
@_Rie_


A vida não é como pensamos e também não a controlamos, pois não dependem apenas de nós, mas das pessoas que estão envolvidas nisso. Se estiverem a favor, vão te ajudar, mas se estiverem contra, seja em coisas pequenas ou não, já vão deixar a sua vida de uma maneira não desejada.

Rie, 18/05/2010 20:07
ou
@_Rie_