Olá! Tudo bem?

Hoje vou contar como foi participar do COBEQ IC (Congresso Brasileiro de Engenharia Química em Iniciação Científica). Inicialmente, vou contar como eu fui parar lá.

No meu primeiro ano de faculdade, eu já sabia da existência de congressos e eventos deste porte, mas nunca me atentei, sempre pensando: "eu vou depois", ou "é coisa para veteranos". Enfim, cheguei no último de ano de faculdade e, junto, vem o desespero de querer fazer as coisas que valem à pena, enquanto é estudante, como por exemplo, de participar de um congresso. Então, iniciei as buscas na internet e descobri este congresso. Fiquei tentando incentivar meu amigo, que conheci no intercâmbio, a ir para nos encontrarmos e ele me disse sobre o CONEEQ, que foi que eu participei em janeiro (que contei um pouco sobre nesta postagem aqui); foi um congresso organizado por estudantes para estudantes, então, assim como palestras, visitas técnicas, minicursos e apresentação de trabalhos, também tinha festas todo dia (e para alguns, ainda, todo o dia!). E no fechamento deste congresso, falaram sobre o COBEQ IC, que aconteceria ainda neste ano, mas que seria voltado a apresentações de projetos, então, como já tinha participado do CONEEQ, talvez deixaria essa passar.

Mas as aulas do primeiro semestre iniciaram e algumas colegas de classe estavam preparando os trabalhos a serem enviados a este congresso. Eu tinha o prazo curtíssimo de apenas uma semana, mas como não tinha o que perder, enviei. O quê aconteceu? Meu trabalho foi aceito e fui lá apresentar o meu projeto de IC (iniciação científica) que fiz antes de ir ao intercâmbio, que eu ainda não tinha apresentado.

O congresso, basicamente, era composto por apresentações orais e de pôster de pesquisas de estudantes do Brasil inteiro, na área de Engenharia Química e afins. Muitos trabalhos eram muito interessantes e também percebi que eles focam muito em resolver os problemas locais, como no caso de trabalhos de Santa Catarina, em estudar formas eficientes de purificar água efluente de indústrias têxteis. Por conta do evento ser focado somente em apresentações de projetos, foi um pouco cansativo, mas me rendeu alguns conhecimentos, se é que podemos os contabilizar. Também posso dizer que a comida era muito boa! Todos os intervalos tinham coffee break e os almoços no RU eram muito bons (conforme foto - inclusive, o doce de banana, que está dentro do copinho, estava muito, muito bom!).

Para poder apresentar minha pesquisa, plotei o meu painel em lona no tamanho máximo permitido. Na ida, tomamos (eu e N.) muito cuidado para o banner chegar inteiro, então, carregamos na parte de cima do ônibus. No último trecho, para garantir que não caísse, colocamos nossas mochilas como apoio. Quando chegamos, só peguei minha mochila, os banners e saímos do ônibus. Quando eu fui beber água, percebi que a garrafinha não estava no bolsinho de fora da minha mochila!!! Fiquei triste, por tê-la perdido, pois já estava com ela há dois anos... Eu a ganhei na primeira escola de alemão, que tinha até uma purificadora de água que gaseificava água, ou seja, tinha como pegar água normal e com gás. Voltei da viagem e ganhei uma garrafinha da minha tia! :) 

No momento em que fiz o check in, fui ver as apresentações e as seções e percebi que inscrevi meu trabalho na categoria errada. E, realmente, quando fui apresentar meu pôster, percebi que todas as pesquisas similares ao meu já tinham sido apresentados na leva anterior... Mas além disso, percebi que a minha pesquisa não era tão inovadora assim, pois tinham muitas pesquisas similares aplicadas ao tratamento de água, e não de combustível, que era o meu caso. Por esse motivo, fiquei com medo de ninguém parar no meu pôster, para conversar e explicar. Ao final, contabilizei 3 pessoas, sendo que 2 eram desconhecidas e 1 pessoa (um casal, na realidade), eu já tinha conhecido de vista no CONEEQ. Valeu a experiência e percebi, que para apresentar um trabalho em um congresso "de verdade", é necessário ter um trabalho bem promissor e inovador.

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Uma coisa que eu achei engraçado e diferente é que na universidade, tinham algumas plaquinhas perto de um poste, até que no término do primeiro dia, vi que algumas pessoas a usavam e as mantinham estendidas: tratavam-se de plaquinhas para pedir carona. Isso funciona, porque várias pessoas, que passam por lá de carro, param e só funciona porque a cidade é pequena e os destinos são "óbvios". E também porque lá não tem UBER.

Outra coisa "engraçada" e desesperadora que nos aconteceu foi na volta, em que chegamos na rodoviária faltando 15 minutos para o ônibus e ainda tínhamos que enfrentar a fila para a retirada de passagem, e a fila estava muito longa. Conseguimos, enfim, pegar as passagens faltando 2 minutos para o horário da viagem. Pegamos a viagem e chegamos na plataforma e ainda esperamos uns 20 minutos. Moral da história: me desesperei à toa.

Assim, termina a postagem sobre minha experiência no COBEQ IC 2017 em São Carlos como estudante e também com histórias que só acontecem comigo.

A partir desta semana, devido ao último semestre da faculdade, talvez eu diminua a frequência de postagem, mas prometo, uma vez ao mês, pelo menos, postar alguma coisa! :)


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Olá! Tudo bem?

Hoje vou contar coisinhas engraçadas da minha segunda visita à cidade de São Carlos. A primeira visita foi quando era criança, e me lembro de ter ido em apenas um ônibus para o aniversário da minha prima. Como fui com a família, mal passeei pela cidade. Desta vez, fui com fins acadêmicos e tive que fazer baldeação ou em São Paulo ou Campinas. Escolhi por fazer por Campinas.

Na ida, em Campinas, na entrada do banheiro, tinha uma placa, onde estava escrito "A prática de ato obsceno em lugar público, aberto ou exposto ao público é passível de pena de detenção de três meses a um anos, ou multa.". Como se isso já não bastasse, quando a N., uma colega que me acompanhou na viagem, foi ao banheiro, ela viu uma senhora lavando sua bunda na pia! A hora que ela me contou, ela estava rindo muito e não acreditava muito no que tinha presencioado! Foi difícil depois conseguir escovar os dentes nestas pias...

No dia da chegada, eu tinha um dia inteiro pela frente e eu tinha um compromisso somente às 19h (cheguei às 10h30). Então, a hora que eu saí para comprar o almoço, resolvi também passar no mercado para comprar bebidas para o dia e para os cafés da manhã. Enquanto esperava o almoço ficar pronto, eu resolvi ir ao mercado mais próximo, indicado pelo Google Maps. Era um pequeno mercado de bairro que ficava a 1,2 km dali. Resolvi ir, pois eu preferiria ir lá do que ficar esperando parada. Fui lá, fiz a compra e, quando cheguei no apartamento, almocei.

Este foi meu almoço com o pior suco :(

Mais tarde, já quando não aguentava mais ficar no apartamento, saí e ia pegar ônibus para ir ao local do evento. Mas eu teria que esperar 20 minutos. Mais uma vez, preferi caminhar a esperar 20 min, sentada no ponto de ônibus. O que eu fiz? Caminhei mais 1,4 km, pois quando se passou os 20 minutos, já não compensava mais pagar passagem, pois andaria no ônibus por 1 ou 2 pontos, no máximo, mas eu disse a mim mesma, que eu não faria mais este trajeto sozinha, pois teria que contornar o cemitério e tinha coisas medonhas em volta do cemitério, como velas e uma ave preta toda aberta. 

Esta foto é de um dos muros do cemitério. Tirei foto por causa do "protesto" que vi. Na hora, entendi, sem pensar muito (porque foi automático por eu saber inglês). Mas, pera: "Quatro A?" 

E no início da minha segunda caminhada do dia, não andei uma quadra para o sentido contrário ao qual eu tinha ido na hora do almoço, e encontrei 2 grandes mercados! Fiquei de cara! Andei tudo aquilo para ter pouca opção de compra e também comprei um suco de laranja de caixinha muito, mas muito ruim! Eu não sou uma pessoa de desperdiçar comida, mas não tinha como bebê-lo... Bebi praticamente um copo e o resto, joguei. 

Esta foi a imagem do céu que capturei no início da minha segunda caminhada, Lindo, não?

Também constatei que a cidade é muito pequena, pois ela é basicamente, uma cidade estudantil. Então, não tenho nada a relatar sobre pontos turísticos. Mas ao falar de comida, no penúltimo dia, fui a uma hamburgueria e comi um hambúrguer muito bom e também um Milkshake, que se não foi o melhor, foi um dos melhores! O hambúrguer era com catupiry e crocantes de alho e o milkshake era de morango com nutella e brownies. O ponto positivo do milkshake era que ele não era muito doce nem enjoativo, apesar da Nutella. Os pedaços de brownies não estavam muito bons, mas o resto compensa!


A palavra que descreve a cidade de São Carlos, de acordo com a minha experiência foi: estudantil. O motivo para isso eu explicarei melhor na semana que vem!

Até na semana que vem, com mais um episódio de "Diário de viagens", onde vou contar sobre o evento que participei em São Carlos!



Olá! Tudo bem?

Hoje eu vou terminar de contar sobre a minha viagem a Orlando, relatando a minha experiência nos brinquedos dos parques. Como já relatei, visitei os 4 parques da Disney, os 2 parques da Universal, Sea World e Busch Gardens. O único parque que possui Fast pass incluso no valor do passaporte é da Disney, então, os mais legais (pelo menos que pensamos que fossem), não precisaríamos enfrentar muita fila, mas no geral, os brinquedos legais tinham muita fila, ao contrário dos parques da Sea World e do Busch Gardens, que quase nem tinham fila. Já os brinquedos da Universal, tinham muita fila, então, escolhíamos os que realmente queríamos.

Gostaria de dizer que não tenho medo de andar nestes brinquedos nem passo mal, mas de tanto andar, todos os dias, confesso que “nos finalmentes”, eu não aguentava mais ir nos brinquedos.

Como foram muitos brinquedos, vou falar dos destaques (positivos e negativos):

  1. Sheikra – Busch Gardens: essa é a melhor montanha russa que já andei, porque as descidas eram praticamente perpendiculares e as quedas eram muito suaves. Sempre dava um medinho na hora da queda e a melhor posição é na frente, que dá pra ver tudo (se não fechar os olhos). Este brinquedo foi um dos que fomos muitas vezes, porque é a montanha russa é muito boa e não tinha fila. O mesmo posso dizer dos brinquedos Manta, e Kraken;
  2. Montanha russa do Hulk – Islands of Adventure: não digo que é a pior montanha russa, mas as quedas são muito bruscas e, se não segura a cabeça, corre-se o risco de perde-la;
  3. Space Mission – Epcot: É um brinquedo muito interessante, que simula os efeitos da gravidade dentro de uma cabine espacial. Mas como fica muito tempo de ponta-cabeça, todo mundo saiu passando mal, inclusive eu. E, se eu não me engane, foi o primeiro brinquedo. Recomendo para ter a experiência, mas não iria de novo;
  4.  Phoenix – Sea World: É como se fosse um barco Viking, mas era muito ruim, porque o momento mais emocionante, que seria no ponto mais alto, não tinha graça pelo fato de ficar parado no ponto alto por muito tempo e as subidas e descidas demorarem muito, então nem dava aquele friozinho na barriga gostoso, mas sim uma dorzinha de cabeça;
  5. Falcon’s Fury – Busch Gardens: é comparável com torre, mas chegando lá em cima, os bancos se inclinam levemente à frente. No início, não deu medo, mas conforme ia subindo, devagar, olhando cada vez mais a paisagem em volta, cada vez mais alto, aí sim surgia o medo, mas depois da queda, que durava segundos, eu tinha vontade de “quero mais”;
  6. Ripsaw falls – Islands of Adventure: É um brinquedo legal, que em muita água, mas você sai do brinquedo molhado não pelo fato de espirrar muito, mas antes da queda, eles jogam muita água. Achei uma sacanagem!


Obviamente, fomos em muuuuitos brinquedos e não consigo me lembrar de todos, mas acredito que consegui listar os melhores/piores na minha opinião, e dentro das circunstâncias em que estava. E, infelizmente, um brinquedo que queria ir muito era um que fica dentro do castelo do Harry Potter, mas ele estava em manutenção e só voltaria a funcionar quando eu já estivesse de volta no Brasil. Também fui em várias atrações com projeções em 3D e todos são muito bons, porque é bem sincronizado e você realmente se sente parte do cenário. Alguns deles, somente com cenários, eram bem infantis, porque não tinham fortes emoções, mas eu adorei a atração da "Vida de inseto", muito bom! Não quero dar spoiler, mas as baratinhas passam debaixo do seu pé!



Para finalizar a passagem por esta(s) cidade(s), vou definir a cidade como: Diversão. Eu acredito que as pessoas vão a Orlando, principalmente, por diversão, pois ela é famosa por vários parques de diversão estarem localizados lá. Pelo menos para mim, se resume bem!

Obrigada pela visita e até a semana que vem, com mais uma postagem!

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Olá! How are you doing?

Semana passada, infelizmente, não consegui escrever nada, pois eu tinha muitas e muitas provas e trabalhos e não dei conta. Anyway, hoje vou terminar de contar algumas coisas legais e divertidas que aconteceram comigo ou vivenciei, com temas relacionados a compras.

Como eu já disse na semana passada (se ainda não leu, clique aqui), ficamos 10 dias em Orlando, sendo 7 dias destinados a visitar parques de diversões. Então, as compras ou ficavam para o final do dia (depois de voltar dos parques) ou nos 2 dias livres, que foram um dos últimos dias. Já dá para imaginar, que foi bem cansativo.

Ir em outlets e lojas não era nada que eu pensava: eu pensava que valesse o princípio do “penso, logo existo”, no sentido de que se eu quisesse um tênis, eu iria na sessão e encontraria o que eu queria. Mas não: as lojas são imensas, com mil e uma variedades, de preços e marcas variadas e com muita gente. Era empolgante e cansativo ao mesmo tempo. Também como essas lojas tinham de tudo , era impossível passar despercebido de algumas seções: eu deveria comprar tênis para mim, mas acabei comprando uma bolsa, roupas e maquiagens, todos de boa marca, qualidade e também bom preço.

Pelo fato também de tênis bons serem baratos lá, muita gente me pediu para comprá-los, mas a numeração é diferente do Brasil e também diferente para calçados masculinos e femininos. Uma dessas pessoas foi um amigo, que me pediu para comprar um tênis de um certo tamanho. Toda hora eu tinha que conferir a conversão correta dos números, com exceção do tênis do meu amigo. Quando fui entregar a ele, ele me disse que errou na numeração, pedindo um pouco maior. Mas mesmo assim, ele ficou com o tênis.

Uma compra cara, mas divertida foi no parque decorado com o tema “Harry Potter”, onde eu provei uma cerveja amanteigada, na canequinha personalizada. Eu, que tenho uma coleção de canecas, tive que comprar um. De forma geral, só eu que gostei da “cerveja”. A parte branca era um creme e a cerveja em si era um refrigerante sem muito gosto, mas quando se provava as duas partes juntas, tinha um sabor interessante.

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E também uma coisa muito engraçada: no parque Busch Gardens, tinha aqueles jogos de atirar argolas, bolas e algumas de sorte e mira, que só ganha o prêmios se acertar em certos locais. Então, minha prima queria um pokemon de pelúcia, mas as chances de ganhar eram muito pequenas, pela grande dificuldade: uma rodada com 6 bolas custava 5 dólares. Também tinha um outro jogo, que também custava 5 dólares, mas era certeza que ganhava um prêmio, pois se tinha quantidade ilimitada de bolinhas (mas era pequeno). Então, ela resolveu se arriscar no mais difícil, para tentar ganhar um Pokemon. Como era difícil e tinham 6 bolas, ela pediu para que seu pai e meu irmão a ajudassem, cada um jogando 2 bolas. A primeira pessoa a jogar foi o meu irmão: passou longe. A segunda pessoa a lançar foi a minha prima: e ela conseguiu encaçapar a bolinha no buraco que ganhava uma pelúcia de tamanho médio!!! As demais bolinhas, ou saíram da área dos buracos ou encaçaparam em buracos sem premiações. Resumindo: ela saiu com um Pikachu médio e um bichinho pequeno, sendo que haveria a chance de não ter ganhado nada.

Um comentário também muito engraçado referente à minha prima, é que a minha tia comentou com ela que uma coleguinha dela vai para a Disney todos os anos. Pela experiência que tivemos, de ser divertido, mas muito cansativo, a minha prima ficou com dó da sua coleguinha, pensando que a “rotina” fosse que nem a nossa.

Para encerrar a postagem de compras, para mim, a compra mais cara e a mais desejada era de um novo celular. O atendimento não foi dos melhores, mas eu saí da loja com um celular, que acabei escolhendo na hora. Até agora, não me arrependi da escolha.



Na semana que vem, vou escrever sobre os brinquedos que mais gostei e os que eu menos gostei, encerrando, então, a postagem sobre Orlando.

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Olá! Tudo bem?

Hoje vou falar um pouco de como foi minha experiência na cidade de Orlando, Estados Unidos. Esta viagem teve como propósito visitar 4 parques temáticos: Disney, Universal Studios, Sea Word e Busch Gardens.

O legal é que fui com meus irmãos e também foi a primeira vez deles fora do país sem os pais. Meus tios e minha prima também foram. Eu já contei um pouco da minha aventura de volta em uma postagem (clique aqui).


De “paisagem”, Orlando não tinha nada de especial, até porque o principal atrativo da cidade são os parques. O resumo da cidade ao meu ver é: rodovia, conjunto de restaurantes, conjunto de lojas e mercados, nada, conjunto residencial e a sequência se repete.

Uma das primeiras coisas mais engraçadas é que no primeiro dia, cansados da viagem, fomos ao mercado para comprar comida. Nós nós dividimos em dois grupos e no meu grupo ficamos eu, meu irmão e minha prima. Uma das coisas que ficamos responsáveis em comprar era manteiga. Então, falei pra minha prima como que é manteiga em inglês (butter) e ela foi procurar. Ela a encontrou e eu falei, que bom! Coloquei no carrinho e partimos para o próximo item da lista. Quando chegamos em casa e fomos preparar os sanduíches para o passeio do dia seguinte, percebi que ele tinha uma consistência mole. Então, minha tia comentou: "nossa, parece margarina", conferimos a embalagem e estava escrito "feito com azeite de oliva" e lemos a embalagem inteira "I can not believe it's not BUTTER" (não posso acreditar que não é manteiga), pois somente a palavra "Butter" estava em destaque. Tivemos que acabar com a margarina, então, para comprar manteiga.



Uma coisa que é típica dos EUA é que em todos os lugares que tem serviço, como restaurante, é obrigatório a dar entre 15 e 20 % de gorjeta. Caso contrário, é considerado uma “ofensa”, até porque já tinha ouvido que alguém não deu gorjeta ao taxista e a história não acabou bem.

Os mercados que visitei, de grande rede (Target e Walmart), eram um mundo de pura perdição: tinha tudo de mais diversos tipos e qualidade, como roupas, comidas, jogos, cosméticos, livros, dvd, eletrônicos.... tudo! Nos mercados também os caixas normalmente puxam conversa com os clientes, ao contrário daqui, que mal cumprimenta. Inclusive teve um dia que a gente queria comprar uma balança para pesar as malas e a caixa não sabia que tinha! Então ela nos perguntou onde é que eu tinha encontrado que ela também iria comprar, pois a balança estava barata. Outra caixa mostrou sua opinião sobre vários cremes e shampoos que compramos (Aussie) e falou que um deles era muito melhor que o outro e voltamos para pegar mais, pelo preço (3 dólares, sendo que no Brasil sai uns 30 reais) e porque ela disse que era muito, mas muito bom.

Uma visão que eu tinha sobre “Nossa, as coisas nos EUA são muito mais baratos que no Brasil” é que eu esperava, por exemplo, encontrar uma calça por 10 dólares, por exemplo, ou um tênis de marca por uns 20 dólares, mas não foi o que vi. O que eu percebi é que em outlets pode se ter a sorte de encontrar produtos por este preço, mas não foi o que aconteceu comigo.



Para saber um pouco mais sobre as minhas compras e outros detalhes que eu não relatei hoje, somente na semana que vem! 


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Olá! Tudo bem?


Hoje vou contar um pouco da minha breve passagem pela Ilha do mel, no início do ano. Foi meu primeiro contato com praia, depois de voltar do intercâmbio. Já tinha ido pra Ilha do Mel há uns 10 anos, mas nenhuma lembrança era o que eu realmente revi.

Desta vez, arrisquei viajar de moto. Valeu a experiência, mas foi um pouco desagradável, por não poder me movimentar durante a viagem, e doeu muito minha mandíbula.

As coisas engraçadas que aconteceram foram:
  • joguei um pouco de PokémonGo e esperava que tivessem vários Pokémons aquáticos, mas o que mais tinha eram os elétricos, mas como não tinha tantas Pokebolas, não consegui pegar todos. Também consegui tirar algumas "fotos" engraçadas: uma Ponyta e um Diglet sobre o mar.
  • Na hora de almoçar, todos os restaurantes eram muito caros. Para ter uma noção, um suco natural custava R$16,00. Pedi uma limonada suíça. Como estava ao lado da bancada de preparar sucos, ele ia explicando, que o suco é bom pra ressaca e é bem refrescante. O engraçado é como ele preparou: em um liquidificador, ele adicionou dois limões inteiros (só lavou e colocou no liquidificador), uma xícara de açúcar e gelo. Ficou como um "smoothie". Estava gostoso, mas caaaaroooo....
  • Para o passeio, levei duas garrafinhas de água (uma com água sem gás e outra com). Para um dia inteiro de caminhadas, não foi o suficiente e, logo que descemos do farol (debaixo de sol bem quente e em um local muito alto), estava morrendo de sede. Até que decidimos comprar uma garrafinha de água em uma banquinha: 1,5 L por R$7,00. Obviamente, foi caro, mas foi a melhor compra (custo e benefício ) que foi possível realizar na Ilha e também uma das melhores águas que bebi.

De resto, o passeio foi bem agradável e tivemos muita sorte como tempo!


Uma palavra para definir a Ilha do Mel é: rusticidade, porque o estilo de lá é bem mais puxado ao natural (apesar da forte tendência de modernização das coisas), inclusive a comida! Um prato de comida serviria, tranquilamente, para duas pessoas que comem moderadamente. 

Até a semana que vem (se tudo der certo), com mais uma postagem da série!


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Olá! Tudo bem?

Hoje vou dar continuidade de coisas que passei em Marrocos, em relação ao mercado e passeios (deserto e demais lugares), mas vou iniciar dizendo que eu fui muito desprevenida para esta viagem: minha mentalidade, até então, era que "África é um continente muito quente". Quente, até sim, mas também fria de noite. Por causa deste tipo de pensamento, levei apenas um moletom e uma blusa de poliéster e é óbvio que passei frio, principalmente na ida (ainda na Alemanha, que teve o primeiro dia de neve do outono/inverno) e no deserto, de noite, e teve um dia (não me lembro se foi antes ou depois do deserto) que fiquei doente.

Um dos produtos mais bem falados de lá é o óleo de argan, que é bom para várias coisas: cabelo, pele, corpo etc. O nosso guia nos levou a uma cooperativa de mulheres que fabricam esse óleo. Chegamos lá e o preço: altíssimos! Um vidrinho de 100 mL custava 20 euros. Então, comprei apenas 1, só para não dizer que não comprei.

Um outro dia, em Marrakesch, fomos a uma loja cheia de produtos naturais, que tinha uma parede cheia de produtos para todos os tipos de tratamento e de funções! Posso dizer que gastei muito mais que o esperado, mas algumas comprinhas, sem dúvida, valeram muito à pena. Comprei: semente de argan que é bom contra diabetes (mas péssimo no sabor, pois é muito amargo), um creme de açafrão que serve de protetor labial e de pomada para espinhas e machucados (inclusive aftas), 100 mL de óleo de argan (que estava mais barato), tajine (recipientes que dizia conter "batom" em seu interior, mas vieram vazios), uns cristais que defino como "Halls natural sem açúcar" (que é bom contra bronquite e asma), um pacote de temperos, um pacote de chá de emagrecimento (mix de 3 plantas) e, se eu não me esqueci de nenhum produto, açafrão, que paguei barateza: 3 potinhos com 60 g cada por 18 euros! Depois, chegamos a pesquisar quanto que custava açafrão no Brasil e descobrimos, que o alafrão já chegou a ser mais caro que ouro! 

Na loja de produtos naturais, não tivemos problema nenhum com os preços, pois eles já eram fixos, mas no mercado principal, uma espécie de "feiras", nada tinha preço e éramos obrigados a perguntar toda hora, que tínhamos interesse em qualquer produto. E o pior, a resposta sempre era: "Quanto você quer pagar pelo produto?", ou seja, o comércio se baseia na negociação dos preços. Eu queria comprar uma miniatura de camelo e uma de elefante para levar de lembrança e I. também queria dois camelos e C., um. Então, entramos em uma loja que tinha (depois de tanto procurar) e perguntamos quanto custariam os 3 animais. O vendedor disse "Pra vocês, eu faço por 1200 euros." Isso foi um absurdo! A gente ficou um tempão tentando negociar, pois nas outras lojas as miniaturas custavam entre 3 euros. Mas ele se justificava, que o material é cidra e por isso que era caro. Quando estávamos quase indo embora, ele se rendeu e cobrou 15 euros pelos 5 animais. Ainda bem! E ainda o vendedor se achava "o tal" pelo fato de Nicholas Cage já ter passado por lá.

Uma outra situação chata foi quando fomos comprar lenços de pachemina. Entramos em uma das lojas e comentei em português com as meninas "Vamos dar uma olhada em outra loja para comparar e, depois, qualquer coisa, voltamos aqui para comprar". Nisso, o vendedor olhou para mim (que não é brasileiro) e disse grosso: "Eu sei o que você disse. Eu vendo os lenços com desconto pra todas menos pra você". Foi desagradável e ele foi grosso. Acabou que ninguém comprou lá, apesar dos preços bons mais pela grosseria. Nessa hora, meio que me dei conta que não poderia comentar certas coisas em voz alta, pois muitos vendedores sabem um pouco de cada idioma, devido ao turismo.

Uma compra que valeu muito à pena foi uma bolsa de couro, que paguei 25 euros, mas que no câmbio, perdi um pouco e acabou saindo por 30 euros. Eu comprei na mesma loja que I. Ela é prática, tamanho bom, bonita, de COURO, mas no começo, fedia muito! Parecia cheiro de cocô de cavalo... Mas agora, já está sem cheiro.

Uma coisa que eu não vi, mas me contaram é que eles matam as galinhas à vista de todos. Isso é bizarro. Outra coisa bizarra e que normalmente fazem por lá é quererem cobrar por tudo do turista: colocarem algo na sua mão e ter que pagar por isso, colocarem algum animal (cobra sem dentes ou macaco ou coruja) no ombro e ter que pagar pela foto, verem que você está fotografando alguma propriedade deles ou eles e cobrar por isso. Como ainda não tinha uma câmera (só o celular), eu já evitava usá-lo para evitar problemas. 

Rumo ao deserto, visitei uma vila, onde muitos filmes foram gravados e, inclusive, quando fui lá, estava tendo gravação de uma cena de uma série americana. Foi divertido e parecia muito real! E também na vila que fica localizada ao fundo do local de gravação, comprei dois desenhos feitos com borra de café e de ervas, que aparecem quando são queimados.

Enfim, chegou o momento de eu contar como foi o meu passeio no camelo pelo deserto. Eu achei incrível o fato, de que de um lado, o lugar é normal, mas caminhando uns 10 minutos, fica-se cercado de areia, muita areia! E no começo, como não estava acostumada a ficar montada e com a desestabilidade dos camelos, eu ficava gritando toda hora, com medo de cair, mas não caí. Na ida, também sofri muito porque começava a doer muito o bumbum. Chegamos no "acampamento" do deserto, comemos mais tajine e couscous e ficou um breu. Acenderam uma fogueira, mas como era noite de lua cheia, não vi aquela noite estrelada, que muitos viram quando foram, porque a luz refletida pela Lua é muito mais intensa do que a das estrelas. Então, o que nos restou para registrar o momento foi tirar fotos de longa exposição e fazer brincadeiras. Ao amanhecer, também fizemos várias brincadeiras e tiramos também boas fotos! E, mais uma vez, passei muuuuuuuuito frio.

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No último dia em Marrocos, que foi o único dia livre, pensamos em pegar uma excursão até a praia de Essaouira, mas ninguém conseguiu acordar cedo e também não vimos os bodes na árvore, então fomos ao jardim de Majorelle. 



Desta vez, não tenho como definir uma cidade nem o país, mas vou definir uma palavra para a viagem: marrom. Acredito que para a impressão que tive, nada melhor que definir com uma cor, uma vez que a paisagem possui vários tons de marrom (e não verde, como é no Brasil, por exemplo), a areia é marrom, os camelos são "marrons", as construções normalmente são marrons, hennas são marrons, enfim, o que muda a cor da cidade e da paisagem são as pessoas, com suas vestimentas, produtos à venda e detalhes nas construções, como azulejos e tintas.

Até a semana que vem!

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Salut! Ça va bien?

Hoje vou contar da minha impressão geral sobre comida e cultura de Marrocos. Como passei por várias cidades (e não me lembro do nome de todas), vou deixar genérico mesmo, mas não visitei a capital, que é Rabat.

Parti de Berlim até Düsseldorf de ônibus. Chegamos na estação central às 5 h da manhã e a estação estava, praticamente fechada, digo todas as lojas fechadas e um frio, mas muito frio. O nosso refúgio, no início, foi o Starbucks, que tinha aquecedor e wifi.

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Então, pegamos ônibus até a cidade do aeroporto, que ficava longe da cidade em que eu estava. Depois disso, a viagem ocorreu tudo certo.

Chegando lá, chegamos no hotel. Já tinha ouvido a falar que a cidade é bem perigosa, pois não há tantas "regras de trânsito" que nem no Brasil. Por exemplo, em ruas estreitas de comércio, passam muitas bicicletas, motos e, inclusive carros! Cada travessia de rua tinha que olhar para os dois lados, várias vezes, para assegurar que não iria ser atropelado.

Outro costume de lá é que como a maioria dos habitantes são muçulmanos, é proibido o consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos, assim como de fumar. Então, quando alguém comprava alguma bebida, ganhava uma sacola preta, para que não fosse visível às pessoas na rua.

Chegamos no hotel e a primeira impressão foi bem impressionante: todo o hotel era super decorado, com cores, mosaicos e detalhes, muito lindo! Mas entramos no quarto, as tomadas não funcionavam, as chaves eram simples, quase nem saía água do chuveiro e se saía, não era quente. Ao decorrer da viagem, percebi que esse era o padrão dos hotéis, normalmente. No dia seguinte, acordamos cedo para tomar café da manhã e partirmos para a jornada, mas não tinha nada de café da manhã. O senhorzinho, responsável pela compra, tinha acabado de sair para comprar pães. Tirando esse fato, os pães e croissants estavam deliciosos e deu pra encher a barriga.

O idioma principal deles é árabe, mas como foram colonizados pelos franceses, quem foi à escola, também sabe francês. Então, como percebiam que nosso grupo era turista, sempre que eles tentavam se comunicar conosco, seja se desculpando pelo esbarrão ou simplesmente dizendo um "olá", era tudo em francês. Inclusive, nos cardápios tinha a tradução dos pratos em francês, mas não em inglês. Então, lá aprendi algumas palavras em francês, como poisson, boisson, basicamente nomes de comidas. Única palavra que eu aprendi foi obrigada, algo falado como /shocrã/ (شكرا).

A vista geral do país é tudo marrom e não verde, como é aqui no Brasil, cheia de montanhas, morros e nos trajetos entre cidades, realmente entendi o que é um "Oásis", pois tinha uma região de árvores no meio do "nada", onde não é propícia a ter vegetação.

Nos restaurantes que iamos comer, os cardápios eram basicamente os mesmos: tajine, kebap (espetinhos de frango), batata frita ou couscous. Teve um dia, que eu não estava bem (me deu febre), que meus colegas foram comer fora. Um deles comeu um folheado recheado de frango, mas polvilhado em açúcar e canela. A coisa mais diferente que comi, foi o Hambúrguer de camelo, que tinha visto uma indicação no instagram de uma pessoa e que fiquei curiosa. No último dia em Marrakesh, eu e um amigo fomos correndo até o restaurante, para que desse tempo. Deu na "tampa" e valeu muito à pena. A carne de camelo é bem cartilaginosa, mas como estava bem temperada, estava muito gostoso.

Uma coisa curiosa em relação aos alimentos de lá, é que o danone de morango é branco! Ou seja, só tem gosto, mas sem corante. E também a coca-cola tem uma escrita diferente.



Na semana que vem, vou contar como foi a aventura no deserto e também como que funciona o mercado de lá.

Até a semana que vem!

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Olá! Tudo bem?

Eu vou contar minha breve passagem pela cidade de Göteborg, em inglês Gothenburg, a única que eu consegui visitar na Suécia. Para ir à esta cidade, fui de Oslo de trem.

Normalmente, quando se viaja de um país ao outro, há controle de passaporte e de visto, ou não: já viajei de avião, ônibus e trem, de um país a outro, sem precisar mostrar meu passaporte, mas também o inverso já ocorreu. Nesta viagem, que fiz om H., ele esqueceu de levar o passaporte e a fiscalização passou pela gente, MAS ele tinha o visto, que é uma carteirinha à parte do passaporte, que equivale à uma "ID". Então, não deram problemas, mas sempre dá um "friozinho na barriga", mesmo que esteja portando os documentos certos e não tenha feito nada errado.

Como a cidade não é muito conhecida afora, quando eu pesquisei na internet o quê eu poderia visitar, encontrei, principalmente, o Museu Universeum, que é um museu gigantesco e muito interativo, que é divertido tanto para crianças, como para adultos. Lá, tinham informaçõs sobre tudo no Universo, desde a criação da vida, os princípios que regem e mantêm a vida e o Universo, até a vida no espaço, por exemplo, vida no espaço, os 5 sentidos humanos, exercícios físicos, biodiversidade, animais marinhos em um aquário imenso, tecnologia (impressora 3D) etc. Eu brinquei um pouco em um "jogo", em que se treina agilidade, reflexo e memória, que é similar a um processo de treino de jogadores de futebol. Um único probleminha ao visitar esse museu é que uma parte da exposição de "floresta tropical" estava em reforma, ou seja, muitos animais, como tucano, não estavam lá. :'(

Depois, a pé, passamos por uma estátua de Posseidon, que ficava em frente a um prédio, que não tínhamos idiea do que que era, até que H. resolveu entrar e perguntar. Descobrimos que era um museu de arte e que como éramos estudantes, a entrada era grátis. Então, entramos e, de cara, vimos uma mesa de ping-pong, com bolas e raquetes. Resolvemos jogar um pouco. Óbvio que eu perdi, mas foi divertido. Então, passamos para ver as artes, e tinham esculturas e artes bem contemporâneas.




É difícil definir uma palavra para definir uma cidade, que eu não tive muito tempo de conhecer nem de me situar. Então, a palavra escolhida é baseada na primeira impressão que tive: Expressão. Expressão pelo fato de, ao sair da estação central, dar de cara com três esculturas bem ao alto do "não vejo, não falo, não escuto" e também pelas primeiras obras expostas que vi no museu de artes.

Até a semana que vem!

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Olá! Tudo bem?

Hoje vou contar minha breve passagem na cidade de Porto, em março de 2016. Na verdade, a minha passagem pela cidade ocorreu por causa de uma atividade de reflorestamento que participei, no Parque Nacional de Peneda-Gerês, então, passei maior parte do tempo em um albergue nesse parque e quase nem visitei a cidade de Porto.


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A primeira coisa que me veio em mente foi: "Que bom que eu não terei problemas linguísticos lá, porque também falarm português!" Mas isso foi parcial: o sotaque português é muito forte e eu tive a impressão de que eles falam mais para dentro do que pra fora, então quem falava baixo e rápido, eu não conseguia entender, e não foi só uma vez. Quem era mais extrovertido e falava mais devagar, não tive problema nenhum, somente em relação ao vocabulário. 

Como nesta atividade tinham pessoas inclusive da Angola, nos reunimos e ficamos conversando sobre diferentes palavras e diferentes "portugueses". Uma delas foi "pia". Para nós, brasileiros, pia é sinônimo de lavabo, onde se lava as mãos. Mas para portugueses e angolanos, pia é sinônimo de "vaso sanitário", que eles também chamam de "sanita".

Outra coisa muito engraçada é quanto ao uso de certas palavras, como "anta". Em Porto, tem-se um bairro chamado "Bairro das Antas", e lá tem tudo de antas: Rua das Antas, Praça das Antas e até Escola das Antas. A única que achava isso engraçado, obviamente, era eu, a brasileira.

A arquitetura portuguesa é muito parecida com a do Brasil (a vá!), até porque foram eles que nos colonizaram e levaram sua cultura, muito diferente da Alemanha, por exemplo, que não possuem prédios tão altos e são maioria da forma retratada nesta postagem aqui.

Quanto à comida, um dia comi "picanha" em uma churrascaria. Por ser uma "boa conhecedora de carne", sabia que o que nos serviram não era picanha (ou até era), porque a textura era bem diferente. Pelo menos consegui matar saudades de comer arroz, feijão, farofa e couve refogada.

Outro dia, experimentei "Francesinha", que é um sanduíche recheado com muitas coisas e um molho. Gostei, mas o meu veio muito salgado. 

Na hora de embarcar na volta, a mulher me perguntou o que tinha dentro de uma caixinha. Eram lenços umedecidos, mas eles chamam de ua forma diferente que eu não entendi e, muito menos, me lembro. Na hora que entrei no banheiro, me deparei com outro fato engraçado: "descarga" em português português é "autoclismo"... Eu nunca iria imaginar isso, se quer saber o seu significado, se estivesse fora deste contexto.

Enfim, a minha passagem em Portugal foi agradável, me senti em casa e ri muito com as diferentes variedades do português.



A palavra para definir a cidade de Porto é: anta. Não porque a cidade é uma "anta", mas porque o destaque da minha passagem na cidade foi por causa desta palavra, que no Brasil possui uma conotação de "bobo", lá tem somente do animal.


Até a semana que vem!

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Olá! Tudo bem?

Hoje vou contar como foi minha visita à cidade de Heidelberg. A cidade é bem agradável e ela é pequena: o principal ponto turístico é o castelo de Heidelberg, que possui um forte e está localizado no alt de um morro. Também tem a ponte, que passa pelo rio Neckar, e o centro comercial, com prédios fofos. Por lá, não entendi muito como que funciona o transporte público, então, fiz todos os trajetos a pé, até porque eu tinha muito tempo livre. 

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Claro, aproveitei e entrei em um restaurante típico alemão para almoçar e bebi uma cerveja fabricada lá e depois, dei um passeio pelo centro comercial da cidade, que como muitas outras cidades, é moderna mas em prédios com fachadas com traços típicos da cidade.  

Mas a parte bizarra da história, que aconteceu comigo, foi na volta. Tudo estava ocorrendo bem até que cheguei na estação de trem para voltar a Frankfurt. Como não estava a fim de esperar o trem, pois ainda teria que esperar por uns 50 minutos, então, resolvi pegar um trem antes, que também ia a Frankfurt. Como estava muito cansada, tirei um cochilo e ativei o despertador. Acordei, e achei estranho ainda não ter chegado. Então, comecei a ficar preocupada: tentei ligar o meu GPS para me localizar e nada de chegar em Frankfurt. Passou mais meia hora, e andou quase nada no mapa. Em minha frente, tinham dois homens e, quando tomei coragem, os perguntei para onde que ia o trem e eles me disseram que ia para Frankfurt. Eu fiquei aliviada, pois estava no trem certo, mas não foi nada bom ter pego esse trem: seria muito melhor ter esperado pelo outro trem e já ter chegado (em 40 min) do que pegar esse trem de antes e ter levado quase 2 horas para chegar em Frankfurt. Enfim, aconteceu.


A palavra que escolhi para definir a cidade de Heidelberg foi: Forte, porque o complexo do castelo é imenso e grandioso e é o destaque da cidade.

Até a semana que vem!

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Olá! Grüß dich und es freut mich, euch wiederzusehen!


Hoje vou contar como foi minha visita a Frankfurt am Main!

Essa foi a última viagem que fiz, antes de voltar do intercâmbio. Passei uns 4 dias em Frankfurt am Main e fiquei na casa de uma amiga. 

Antes de tudo, gostaria de dizer que na Alemanha existem duas cidades "Frankfurt": Frankfurt am Main e Frankfurt an der Oder. As diferenças entre as duas cidades são:

  • Frankfurt am Main, do estado de Hessen, está localizado no sudoeste do país e o rio Main corta a cidade, por isso a referência "am Main" no nome da cidade;
  • Frankfurt an der Oder, do estado de Brandemburg, fica a leste de Berlim, na divisa com Polônia e o rio Oder é a divisa entre a cidade com Polônia e essa cidade não é tão famosa quanto outra Frankfurt. 
Mesmo sabendo da existência das duas cidades com o mesmo nome, tudo o que eu me referir a Frankfurt, será em relação ao Frankfurt am Main.
A cidade de Frankfurt é muito famosa pelo mundo, pois é um dos centros financeiros e comerciais da Europa e ela é conhecida por muitas pessoas de negócios (na maioria das vezes, muito apressadas e ocupadas) passarem por lá (ou morarem por lá). É nessa cidade também que tem o Aeroporto de Frankfut, o mais movimentado do país. Como consequência, o custo de vida da cidade é alta, em relação à Berlim, pelo menos.

A cidade de Frankfurt é muito moderna e, ao mesmo tempo, tradicional: é muito moderna pelos prédios comerciais e, também, tradicional pelo centro histórico, com prédios de tijolinhos à vista. Passei também pelo Palmengarten, cuja tradução literal é jardim de palmeiras, que é um tipo de "Jardim Botânico pago". Mas valeu à pena, pois a paisagem é bem bonita e também a coleção de plantas é muito grande. Quando eu passei pelo prédio, onde ocorre a bolsa de valores, que tem um urso e um touro, símbolo disso,

E, como em Berlim, encontrei um Fotoautomat, uma cabine de fotos e, não tive como não dar uma pequena pausa e tirar algumas fotinhas.


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O meu rolê gourmet não foi nada tradicional de Frankfurt: comi comida mexicana, peruana, bávara e americana gourmet, mas bebi o Apfelwein, que é um vinho de maçã. Não é uma sidra, porque possui teor alcoólico maior, não é gasosa e o gosto de maçã é bem fraco (eu, pelo menos, não senti gosto da maçã). Mas é gostosa e refrescante, acompanhada de uma refeição. De tão típica que é a bebida por lá, também tinha sorvete desse vinho, que era bem gostoso.

Foi pelo preço das refeições que notei o quanto mais caro é viver em Frankfurt. Em Berlim, come-se bem por uns 6 euros, mas quando se gasta 12 euros, no máximo, já é um luxo. Já em Frankfurt, um prato simples custa em torno de 12 euros, que nem sempre, é o suficiente para me alimentar.

Várias coisinhas simples me chamaram atenção nessa cidade: 
  • Vi uma plaquinha triangular azul com uma casa e uma árvore. Achei bonitinha e a fotografei, como indicado na placa;
  • Tinha uma rua chamada Schöne Aussicht, que significa "Bela vista";
  • Em uma estação de metrô, tinham várias frases motivacionais e tirei em uma delas: Du bist so schön, que quer dizer, "Você é tão bonita(o)";
  • Perto de uma das universidades da cidade, tinha um metrô saindo do subterrâneo. Só achei divertido e fotografei.


Uma palavra para definir a cidade de Frankfurt am Main é: Negócios, pois a cidade é famosa por ser uma cidade business e financeira, além de que a fama do aeroporto de Frankfurt é de que várias pessoas, vestidas socialmente, passam por lá.

Obrigada pela visita desta semana e até a semana que vem, com mais uma postagem sobre a série "Diário de Viagens"!

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